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Glossário de Termos VOIPPágina 20 |
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NMS - (Network Management System) Sistema de Gerenciamento de Rede. Em uma rede
gerenciada pelo protocolo SNMP, são os elementos responsáveis em executar as aplicações que monitoram e controlam os elementos gerenciados. |
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NMT - (Nordic Mobile Telephone) - rede celular analógica de primeira geração desenvolvida conjuntamente por países Nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia) e que está sendo substituído pelo GSM. |
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NNTP - (Network News Transport Protocol) - protocolo usado tanto por um software
cliente quanto por um servidor para o transporte de mensagens de USENET através de uma rede TCP/IP. |
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PABX - Sigla em inglês para Private Automatic Branch eXchange. Na verdade, o termo original para as centrais telefônicas usadas nas empresas era PBX – que significa Private Branch eXchange -, definindo equipamentos que exigiam a intervenção manual de um operador para completar ligações. Com o tempo, os PBXs foram se modernizando, o que resultou na automação desse procedimento. Hoje, os termos PBX e PABX são usados indiscriminadamente. |
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PACKET FILTERING - (filtragem de pacotes) – a habilidade de uma bridge, roteador ou gateway limitar a propagação de pacotes entre duas ou mais redes interconectadas. |
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PACKET SWITCHING - (comutação de pacotes) – um método de comunicação no qual pacotes de comprimento variável são individualmente roteados entre hosts. |
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PAX - (Private Automatic eXchange) - Refere-se à categoria de centrais privadas de comutação telefônica que se diferencia do PABX por não possuir interligação com o sistema telefônico fixo comutado, não permitindo a realização ou o recebimento de chamadas externas, apenas chamadas internas comutadas automaticamente são possíveis. |
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PBX - (Private Branch Exchange) – abreviatura para centrais privadas de comutação, uma rede privada de telefonia usada em uma organização. Muitas companhias de tamanho médio a grande usam PBX pois é menos custoso que conectar linhas telefônicas externas para cada telefone da organização. Em adição, é mais fácil chamar alguém com um PBX porque o número a discar é tipicamente 3 ou 4 dígitos. Uma nova variação para o PBX é o Centrex, que é um PBX com toda a comutação ocorrendo na central telefônica local, no lugar da central da companhia. |
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PCM - MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO, Método de conversão de sinais analógicos em digitais muito utilizado em sistemas telefônicos. |
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PCM30 - PCM (Pulse Code Modulation) - È um formato de codificação Digital de áudio que não usa compressão. Cada amostra é representada por uma palavra de código. Alguns outros formatos PCM como mu-law e A-law PCM promovem um certo grau de compressão, representando com 8 bits por amostra o que seria representado por 14 bits. A 8 kHz, 8 bits por amostra e 1 canal, as técnicas de compressão Digital de áudio PCM mu-law e A-law, requerem uma banda passante de 64kbps. Sistema utilizado na Europa e no Brasil também conhecido como PCM30. |
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PCX - (Private Communications eXchange) - é um sistema IP-based que está substituindo o PBX. Ele reúne em uma rede organizacional sistemas de tecnologia da informação com a Internet, aliado a comunicação de voz e aplicações computacionais. |
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PEER-TO-PEER - Uma arquitetura de rede distribuída pode ser chamada Peer-to-Peer (P-to-P, P2P, ...) se os participantes compartilharem parte de seus próprios recursos de hardware ( poder de processamento, capacidade de armazenamento, banda de rede, impressoras, ...). Esses recursos são necessários para prover os serviços e conteúdo oferecidos pela rede (ex. compartilhamento de arquivos ou espaços de trabalho para colaboração mútua). Os serviços e recursos são acessíveis por todos os pares sem necessidade de passar por nenhuma entidade intermediária. Os participantes dessa rede são tanto provedores de recursos ( serviços e conteúdo ) como demandadores desses mesmos recursos. Aplicativos como o KazaA ou o Skype são exemplos de sistemas P2P. |
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PHASE JITTER - o resultado de repetidores regenerando um sinal que tem um atraso no pacote
experimentado na transmissão via eletrônicos e cabo. Jitter de fase é removido pelo processamento do stream de dados via buffer e reclocking destes. |
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PIPELINING - Numa arquitetura de microprocessador, refere-se a técnica para carregar e decodificar instruções que assegura que o processador nunca precisar aguardar, tão logo uma instrução está sendo executada, outra já está esperando para ser executada em seguida. Quando se refere a processamento paralelo, é o método no qual instruções são passadas de um processador para outro. O objetivo é melhorar a performance do processamento. |
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PLATAFORMA DE COMUTAÇÃO DIGITAL - (CENTRAL DIGITAL) É plataforma onde os sinais provenientes da cápsula transmissora do aparelho telefônico são convertidos em sinais digitais através de conversores analógico/digital num extremo da rede de comutação, sendo comutados pela central em direção ao assinante destino. No outro extremo, são convertidos em sinais analógicos e enviados a capsula receptora do aparelho telefônico. |
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POLLING - Sistema de coleta de dados em que o dispositivo coletor consulta cada terminal
de dados conectado, um por vez, para ler os dados disponíveis para coleta. |
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PORT MIRRORING - uma habilidade, tipicamente em um switch, o qual permite um gerente de rede
replicar o fluxo de dados em tempo real de uma porta para outra. Tipicamente, a
segunda porta é anexada a um analisador de protocolos. |
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PROTOCOL - (Protocolo) – um conjunto de regras para transmissão de dados entre dois dispositivos. O protocolo determina, o tipo de verificação de erro a ser usado, o método de compressão de dados, se o dispositivo enviador indicará o término do envio da mensagem e como o dispositivo recebedor indicará que recebeu a mensagem. Há uma variedade de protocolos padrões no qual os programadores podem escolher. Cada um tem vantagens e desvantagens particulares; por exemplo, alguns são mais simples que outros, alguns são mais confiáveis, e outros são mais rápidos. Do ponto de vista do usuário. Só interessa os aspectos referentes aos protocolos se o computador ou dispositivo deve suportar o protocolo correto se ele desejar a comunicação com outros computadores. O protocolo pode ser implementado tanto em hardware com em software. |
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PROTOCOL CONVERTER - (Conversor de Protocolos) – um dispositivo para traduzir o protocolo de uma rede ou dispositivo para o protocolo correspondente de outra rede ou dispositivo. Um conversor de protocolos habilita um equipamento com padrões diferentes a se comunicar com outros. |
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PROTOCOL INDEPENDENT MULTICAST DENSE MODE- um protocolo do IAB para multicast similar ao DVMRP no qual usa o encaminhamento
por caminho reverso mas não requer nenhum protocolo de unicast em particular. É útil quando o transmissor/ receptor de multicast estão próximos de outros, há poucos transmissores e muitos receptores, o volume para o tráfego de multicast é alto e o stream de tráfego multicast é constante. |
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PROTOCOL INDEPENDENT MULTICAST SPARSE MODE - um protocolo do IAB para multicast que trabalha pela definição de um ponto de encontro que é comum a ambos, transmissores e receptores. Transmissor e receptor iniciam a comunicação no ponto de encontro e quando o fluxo aumenta, ele define um caminho otimizado. Isto é útil quando há poucos receptores em um grupo, transmissores e receptores são separados por links WAN e o tráfego é intermitente. |
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PROTOCOL STACK - (pilha protocolar) – família de protocolos de rede em camadas que trabalham em conjunto. O Modelo de Referência OSI que define sete camadas protocolares é sempre chamado uma pilha, bem como o é a família de protocolos TCP/IP que define a comunicação sobre a Internet. O termo pilha também se refere ao software que processa os protocolos. Outra frase comum é a “atribuição” a uma pilha, que se refere a ligação da família dos protocolos de rede ao cartão de interface de rede (NIC). Cada NIC deve ter pelo menos uma pilha atribuída a ela. Em Windows, a pilha TCP/IP é implementada com a DLL Winsock. |
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PSTN (Public Switched Telephone Network. )
Sistema publico de comutação telefónica. |