Empresa vai levar Internet via satélite a escolas públicas. 
Empresa vai levar Internet via satélite a escolas públicas.

O Ministério da Comunicações anunciou, em 14/07, que o Consórcio Conecta Brasil Cidadão, liderado pela Embratel, venceu a licitação do GESAC, iniciada em 29 de abril.

O Consórcio liderado pela Embratel vai fornecer acesso à Internet banda larga, sem fio a escolas da rede pública e órgãos federais em áreas remotas. As soluções de Internet do Consórcio irão contemplar 12 mil pontos em todo o País, por meio do programa de inclusão digital do Governo Federal. O pregão ganho pela Embratel foi dividido em dois lotes: um para cerca de 6 mil pontos na Região Nordeste e o segundo para o restante do País.

"Estamos muito felizes em contribuir com o avanço do Brasil, participando de um projeto inovador e de grande alcance social como o Gesac", comemora José Formoso, presidente da Embratel. Segundo ele, a Embratel irá contribuir para a inclusão digital no Brasil, promovendo a educação de milhares de estudantes da rede pública, além do acesso à informação nas regiões mais remotas. "A educação é a base para o desenvolvimento dos países", acrescenta.

A Embratel lidera o Consórcio Conecta Brasil Cidadão, do qual fazem parte outras três operadoras, com 83% de participação no atendimento dos endereços contemplados. Ao final, o Consórcio liderado pela Embratel venceu a disputa por um preço de R$ 3,3 milhões por mês.

O acesso à Internet será feito em velocidades que variam de 256 Kbps a 8 Mbps. O projeto inclui, ainda, o fornecimento de VoIP (Voz sobre IP) para 25% dos endereços contemplados no contrato, além do gerenciamento completo da solução e ferramentas de segurança de acesso à Internet.

No programa serão beneficiadas prioritariamente comunidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e que estejam localizadas em regiões onde as redes de telecomunicações não oferecem acesso local à internet banda larga.

O objetivo do Gesac é chegar às regiões mais remotas do País, em que existem grandes entraves para a instalação de infra-estruturas complexas de telecomunicações e de tecnologias convencionais de acesso à Internet banda larga. Nesse contexto, o lançamento recente dos satélites Star One C1 e C2 fazem parte da estratégia da Embratel para atender às demandas do Gesac e foram fatores decisivos na vitória do Consórcio na licitação. Juntos, os dois satélites duplicarão a capacidade de telecomunicações via satélite do Brasil.

A comunicação via satélite permitirá a criação de uma rede de cooperação, que possibilite maior intercâmbio de informações e novas oportunidades para as comunidades locais. A implantação de projetos e políticas públicas na área social serão facilitadas por mais esse canal de comunicação.


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VoIP : Solução de TI viabiliza telemedicina no Instituto da Visão 


Campinas, 16 de outubro de 2007 - Solução desenvolvida pelo CPqD, Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, e implantada pela Go Doctor, empresa de soluções em tecnologia da informação para medicina, para distribuição de mídias digitais via web tem beneficiado os participantes de evento semanal do Instituto da Visão na Escola Paulista de Medicina. Aprovada pelo público e a instituição, a solução atende às necessidades do mercado de telemedicina permitindo o acesso à informação de qualquer lugar do Brasil.

O CPqD Webcasting é uma solução que permite a captura de imagens para a realização de webinários, que podem ser transmitidos em tempo real ou pré-gravados para posterior visualização por meio de um servidor de streaming. Esta ferramenta é útil para treinamentos à distância, podendo beneficiar desde instituições de saúde e ensino até empresas voltadas para a realização de eventos. "A solução que desenvolvemos pode se adequar ao mercado da forma mais conveniente, seja em eventos ou palestras, aumentando a abrangência de público e permitindo que pessoas participem e aprendam sem precisar estar presentes fisicamente. O diferencial do CPqD Webcasting está no fato de enviar uma grande quantidade de informação sem demandar o máximo de banda de internet", diz Hélio Malavasi, diretor de Tecnologia de Serviços do CPqD.

Por meio de um data show e uma tela, as apresentações em power point são distribuídas através de um Data Center aos usuários que possuem senha, os quais têm acesso ao evento em tempo real, sem perder a proatividade. Além de terem acesso ao mesmo conteúdo dos presentes no auditório, os usuários podem interagir com a apresentação, fazendo perguntas e comentários que são respondidos no decorrer do evento. "A solução desenvolvida pelo CPqD se adequa à capacidade de internet, permitindo transmissões com sucesso até em regiões onde a banda é pequena", afirma Milton Yogi, consultor da Go Doctor. Segundo ele, o pacote, que transmite áudio, vídeo, power point, chat e banner, possui 50 kbites, o que é muito pouco levando em consideração a quantidade de dados que são transmitidas via web.

Para Yogi, o campo da telemedicina tem um potencial muito grande no Brasil, devido às dimensões continentais e às diferentes condições sociais. "Nem todos têm recursos e tempo para vir a São Paulo participar deste evento toda semana. Com o CPqD Webcasting pretendemos prover melhor distribuição do conhecimento médico, dando assistência à pesquisa e à educação nesta área", comenta, destacando o interesse de expansão para outras instituições e modalidades da medicina.

O fato da transmissão ser ao vivo permite que as apresentações sejam dinâmicas, mesmo para as pessoas que estão assistindo via web, pois a interação é imediata, com leitura das perguntas enviadas via chat no microfone e resposta instantânea. "De qualquer lugar que possua acesso à web as pessoas podem ver as apresentações, podendo atingir um número bem maior de público do que o que está presente no local, como, por exemplo, outro auditório em qualquer lugar do país, fazendo com que todos tenham interação apesar da distância", finaliza Yogi.


Sobre o CPqD

Há 31 anos atuando em Telecom e Tecnologia da Informação, o CPqD é um dos principais fornecedores de sistemas para suporte a operações e
negócios, tecnologias de produtos, serviços laboratoriais e consultorias. Emprega cerca de 1.500 profissionais altamente capacitados e está presente
em países da América do Norte, América do Sul, Europa, África e Oceania com suas soluções. Somente no Brasil o CPqD beneficia mais de 40
milhões de usuários de telefonia convencional e wireless (sem fio), e diversos clientes corporativos dos setores financeiro, de energia e governamental.

Fonte: VoipCenter



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Interurbano entre fixo e celular já está mais caro 

SÃO PAULO - A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) já autorizou reajuste de 7,99% nas chamadas interurbanas entre telefones fixos e aparelhos celulares.
O reajuste passa a valer à partir deste último final de semana caso as operadoras cumpram a determinação de publicar anúncios em meios de comunicação de grande circulação nas áreas de atuação.
O aumento na tarifa visa compensar as operadoras de telefonia fixa que pagam uma taxa extra por encaminharem ligações interurbanas de seus clientes para celulares utilizando as redes de transmissão das operadoras móveis.
O tamanho do reajuste, explica a ANATEL, é conseqüência de uma livre negociação entre as empresas de telefonia, que chegaram a um acordo que a Agência concordou em aprovar.
Ano passado, um outro aumento também de 7,99% foi concedido às operadoras mas somente para ligações locais entre fixos e móveis.
Na época, o reajuste foi calculado em função da variação do IGP-DI, pois ainda não vigorava a regra de livre negociação.


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VoIP derruba tráfego de ligações fixas nas operadoras 

São Paulo - Operadoras de Telecom registraram queda nas ligações fixas locais e interurbanas, mas equilibram receita com dados.

O crescimento da adoção de banda larga no Brasil causou impacto negativo no tráfego de ligações das operadoras de telefonia fixa ao longo dos últimos dois anos, de acordo com análise do grupo especializado em telecomunicações Teleco.

A entrada das operadoras de VoIP no mercado vem forçando as grandes da telefonia a reduzir os preços das chamadas interurbanas, o que resultaria em uma potencial redução de receita, que não ocorre porque o volume de ligações aumenta.

As operadoras de VoIP têm neste momento de emergência a oportunidade de conquistar uma parcela do mercado – aproveitando uma receita que não é tão significativa para as grandes operadoras, mas para as pequenas é bastante representativa – e tornando-se possíveis alvos de aquisição em um futuro cenário de consolidação.

Quando uma grande operadora de telecom reduz o preço das suas ligações interurbanas e internacionais, ela o faz para uma base imensa de clientes, portanto não consegue baixar tanto quanto as pequenas, constatando que as operadoras exclusivamente de VoIP podem oferecer preços mais competitivos.


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Serviços de VoIP tendem a crescer no Brasil e América Latina 

Pesquisa indica que Brasil será o responsável por quase metade do crescimento da tecnologia VoIP na região da América Latina.
Um estudo desenvolvido pela Frost & Sullivan, empresa de consultoria e inteligência de mercado, indica que a América Latina viverá um “boom” de serviços de voz sobre IP (VoIP) entre 2005 e 2011. Segundo o estudo, o número de linhas com a tecnologia deve crescer cerca de 87,5% ao ano, fazendo com que o segmento atinja 1,1 bilhão de dólares até o final do período.
O Brasil deve ser o responsável pela maior base de usuários na região, movimentando 49% dos 1,1 bilhão de dólares, de acordo com a pesquisa. Todas essas conclusões baseiam-se no fato de que os fornecedores atuais da tecnologia devem investir em redes e marketing. As operadoras de telefonia que ainda não estão oferecendo serviços de VoIP, pretendem aumentar suas participações no mercado de voz, e já se preparam para acirrar a competição.
Alguns desafios terão de ser enfrentados pelas empresas do setor. Durante o período indicado pelo estudo, a base limitada de assinantes de banda larga é considerada a principal barreira para a disseminação do acesso ao serviço. Além disso, o alto custo dos equipamentos de IP e a ausência de regulamentação podem inibir investidores.


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