- Integração para sintetizar fala (text-to-speech)
- Registro de chamadas para integração com sistema de tarifação
- Integração com reconhecimento de voz
- Música em espera para clientes aguardando na fila (c/ suporte a MP3)
4.2.4. Plano de discagem flexível e poderoso
Um dos destaques do sistema, é a flexibilidade quanto ao plano de discagem, e recursos
como controle de rota de menor custo.
4.3. A arquitetura do Asterisk
A arquitetura do Asterisk é baseada em 4 pontos principais: Canais, Codecs, Protocolos,
Aplicações, que serão apresentados em maiores detalhes a seguir.
4.3.1. Canais
Segundo (TEHA,2005), um canal pode ser interpretado como uma conexão que “traz”
uma chamada ao Asterisk PABX. Um canal pode ser uma conexão a um telefone
analógico tradicional, ou a uma linha telefônica PSTN, ou uma chamada lógica, como
uma chamada via internet. Do ponto de vista de canais, não existe distinção se é um
telefone ou uma linha telefônica – tudo é visto como CANAL. Toda chamada é
originada ou recebida em um canal distinto
Alguns exemplos de tipos de canais suportados pelo Asterisk: SIP, H323, IAX, Skinny
(driver para protocolo dos telefones IP Cisco), VOFR (Voz sobre Frame Relay), VPB
(linhas telefônicas para as placas FXO/FXS da fabricante Voicetronix)
4.3.2. Codecs
Ao se pensar no conceito de Telefonia IP, podemos associar diretamente a idéia de
tentar colocar o máximo de chamadas possível através de um circuito, a fim de fazer o
melhor uso da estrutura. Isso pode ser feito codificando-se a voz em uma forma que
ocupe menor banda. Os codecs são responsáveis por essa tarefa. O tráfego de voz nos
circuitos digitais PSTN ocupa uma banda de 64 kbps. Aplicando-se codecs como o
G711, para o tráfego da voz em redes de dados, alcançamos a mesma banda. Porém
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